entre peixes mortos e silencio monólogo monólogo Como monólogo, esse texto é um "prato cheio" para um ator, pois permite uma variação de energia muito rica: começa contido e observador, passa pelo escárnio (o sorriso doentio), atinge um ápice de revolta social e termina em um vazio absoluto. Para que ele funcione bem no palco ou na câmera, aqui estão três caminhos de interpretação que o texto sugere: O "Cadáver Vivo" (Intimista/Câmera): O personagem fala quase sem fôlego, como se estivesse exausto de existir. A voz é baixa, arrastada. O impacto vem da frieza com que ele diz frases pesadas ("odeio todo mundo", "drogas cada vez mais pesadas"). É o estilo Mr. Robot. O "Profeta do Caos" (Teatral/Expansivo): Ele se sente superior por "enxergar a verdade". O tom é de deboche e pregação. Quando fala da "selvageria uivante", ele cresce, quase gritando, para depois murchar na frase final do celular na cadeia, mostrando que e...
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Botsu! Como a Persistência Transformou Akira Toriyama em um Ícone Akira Toriyama (5 de abril de 1955 – 1 de março de 2024) foi um artista de mangá e designer de personagens japonês. Ele é amplamente considerado um dos maiores e mais influentes autores da história do mangá e criou inúmeras séries populares e de grande influência, sendo a mais famosa Dragon Ball. Toriyama nasceu na cidade de Kiyosu, província de Aichi. Ele tinha uma irmã mais nova. Toriyama desenhava desde jovem, principalmente os animais e veículos de que gostava. Ele se lembrava de ter ficado impressionado após assistir a 101 Dálmatas (1961) e disse que foi atraído para o mundo da ilustração pela esperança de desenhar imagens tão boas quanto aquelas. Ele ficou chocado novamente no ensino fundamental quando viu a coleção de mangás do irmão mais velho de um colega de classe e novamente quando viu uma televisão pela primeira vez na casa de um vizinho. Toriyama citou Astro Boy (1952–1968), de Osamu Tezuka (3 de novembro...
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Um Satanás para chamar de seu Primeiramente, abandone a visão clássica sobre o Diabo: cor vermelha, com feições humanas, mas com chifres, rabo pontiagudo e um tridente na mão. ou cascos. A imagem mais familiar para nós surgiu pelas mãos de gerações de artistas e escritores que pegaram o pouco que é dito pela Bíblia sobre Satanás e o reinventaram ao longo do tempo. A imagem de um ser que governa o inferno e inflige torturas e castigos aos pecadores também não encontra correspondência no texto sagrado, portanto outra representação artística. Nos primeiros séculos do Cristianismo, não havia muita necessidade de representar o mal na arte religiosa. Os cristãos acreditavam que os deuses pagãos rivais, como o egípcio Bes e o grego Pan, eram demônios responsáveis por guerras, doenças e desastres naturais. Cem anos depois, quando o diabo apareceu na arte ocidental, algumas representações incorporaram os atributos físicos destes deuses, como o pelo facial de Bes e as patas de cabra de Pan...
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O Grito Inacabado. +18 21 de maio de 2025 · Akio Nakamori Akio Nakamori (nome verdadeiro Yasutomo Shibahara), é um colunista e editor japonês nascido em 1º de janeiro de 1960, na província de Mie. Seu pseudônimo foi escolhido em homenagem à Akina Nakamori (nascida em 13 de julho de 1965), é uma cantora e atriz japonesa. Ela foi uma das cantoras femininas mais representativas da década de 1980 e lançou vários sucessos. Ela também trabalhou extensivamente como atriz. Akio Nakamori é creditado por cunhar o termo "otaku" usado pela primeira vez na Manga Burikko. Manga Burikko foi uma revista japonesa de mangá hentai lolicon publicada pela Byakuya Shobo em Tóquio de 1982 a 1985. Na cultura popular japonesa, lolicon é um gênero de mídia fictícia que se concentra em personagens femininas jovens ou de aparência jovem, particularmente de maneira sexualmente sugestiva ou erótica. O termo, uma junção da frase em inglês "Lolita complex", também se refere ao desejo e afeiçã...
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O cenário era o deserto do Arizona. O Pernalonga estava calmamente mastigando uma cenoura, encostado em uma placa que dizia: "Cuidado: Curva perigosa para Albuquerque". De repente, um som ensurdecedor de metralhadora biológica ecoou. TOC-TOC-TOC-TOC! O topo da placa virou serragem em segundos. O coelho nem se mexeu, apenas levantou uma sobrancelha. No topo do que restou do poste, pousou um pássaro de topete vermelho, com um olhar levemente maníaco e um bico que parecia vibrar. — He-he-he-HE-HE! — gargalhou o Pica-Pau. — Desculpe, amigão, achei que esse poste era de carvalho. Mas serve para afiar o bico! Pernalonga engoliu o pedaço de cenoura com um "gulp" sonoro. — Eh... o que é que há, velhinho? Você parece estar com um pouco de pressa. Não te ensinaram que a pressa é a inimiga da perfeição... e dos dentes? O Pica-Pau deu uma pirueta no ar e parou nariz com nariz com o coelho. — Perfeição? Eu sou um artista do caos, orelhudo! E você, quem é? Algum tipo de pantufa ...
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Debbie Harry e Blondie: Separação e volta Deborah Ann Harry (1 de julho de 1945) é uma cantora, compositora, modelo e atriz estadunidense, conhecida como a vocalista da banda new wave Blondie, formada na cidade de Nova York em 1974 por Harry e pelo guitarrista Chris Stein. A banda foi pioneira na cena new wave estadunidense de meados da década de 1970. Em 12 de maio de 1981, Deborah Harry quis separar sua identidade civil da marca da banda. Muita gente achava que "Blondie" era o nome dela. Por isso, ela divulgou um comunicado à imprensa para esclarecer que seu nome não era "Debbie Blondie" ou "Debbie Harry", mas sim Deborah Harry. No comunicado, ela diz: "Oi, sou a Deb. Sabe, quando acordei esta manhã, tive uma revelação sobre mim mesma. Eu sempre fui a Blondie. As pessoas sempre me chamaram de Blondie, desde que eu era pequena. O que percebi é que, em algum momento, eu me tornei a Dirty Harry. Eu não podia mais ser a Blondie, então me tornei a D...