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Debbie Harry and Blondie: Global Success Deborah Ann Harry (July 1, 1945) is an American singer, songwriter, model, and actress, known as the lead vocalist of the new wave band Blondie, formed in New York City in 1974 by Harry and guitarist Chris Stein. The band pioneered the American new wave scene of the mid-1970s. With her beauty, bold clothing choices, and two-tone platinum blonde hair, Harry quickly became a punk icon. Blondie completed the recording of their third album, Parallel Lines, during the summer of 1978. Released in September of that year, it reached number one in the UK, number six in the US, and number two in Australia. The album launched the band into the American market, thanks to the worldwide success of the single "Heart of Glass". Parallel Lines became the band's most successful album, selling 20 million copies worldwide. Since the band had already achieved success with a cover, Chrysalis Records chose their version of Buddy Holly's "I...
Debbie Harry e Blondie: Sucesso Global Deborah Ann Harry (1 de julho de 1945) é uma cantora, compositora, modelo e atriz estadunidense, conhecida como a vocalista da banda new wave Blondie, formada na cidade de Nova York em 1974 por Harry e pelo guitarrista Chris Stein. A banda foi pioneira na cena new wave estadunidense de meados da década de 1970. Com sua beleza, escolha ousada de roupas e cabelo loiro platinado em dois tons, Harry rapidamente se tornou um ícone punk. Blondie concluiu a gravação de seu terceiro álbum, Parallel Lines, durante o verão de 1978, lançado em setembro daquele ano, alcançou o primeiro lugar no Reino Unido, o sexto lugar nos EUA e o segundo lugar na Austrália. O álbum lançou a banda no mercado americano, graças ao sucesso mundial do single "Heart of Glass". Parallel Lines tornou-se o álbum de maior sucesso da banda, vendendo 20 milhões de cópias em todo o mundo. Como a banda já havia obtido sucesso com um cover, a Chrysalis Records escolheu sua v...
Além do Medo: A Trajetória Multifacetada de Mojica Marins José Mojica Marins (São Paulo, 13 de março de 1936 – São Paulo, 19 de fevereiro de 2020) foi um cineasta, ator, apresentador e roteirista de cinema e televisão brasileiro. Considerado o "pai" do terror nacional, tendo sua obra grande importância para o gênero e influenciando várias gerações. Seu icônico personagem Zé do Caixão, interpretado pelo próprio Mojica, está presente em diversos de seus filmes e é responsável por torná-lo mundialmente conhecido. Embora seja associado principalmente ao seu trabalho no horror, rodou diversas produções cujos gêneros variam entre faroestes, dramas, aventura e até pornochanchada. Mojica desenvolveu um estilo próprio de filmar que, inicialmente desprezado por parte da crítica nacional, passou a ser reverenciado após seus filmes começarem a ser considerados cult no circuito internacional. Mojica é considerado um dos inspiradores do movimento marginal no Brasil e era reverenciado, e...
cigarros caruso Os cigarros Caruso fazem parte da história de uma das tabacarias mais tradicionais do Brasil, a Caruso, fundada em 1885 em São Paulo. História e Evolução da Marca Origem: A empresa começou com o bisavô do atual proprietário, André Caruso, um imigrante italiano que passou a enrolar cigarros manualmente no centro de São Paulo. Fábrica de Cigarros Caruso S.A.: Com o sucesso, a empresa expandiu e tornou-se a Fábrica de Cigarros Caruso S.A., produzindo marcas icônicas de cigarros como Globo, Quetal Extra, Dourado e Caruso Luxo. Transição para Charutos: Ao longo das décadas, o foco da marca migrou dos cigarros populares para o mercado de luxo de charutos e acessórios de tabacaria. YouTube YouTube +3 O Conceito Atual: Caruso Lounge Hoje, a marca é representada pelo Caruso Lounge, considerado a maior tabacaria da América Latina. Localizado no Itaim Bibi, em São Paulo, o espaço oferece uma experiência premium que inclui: Caruso Lounge Caruso Lounge +1 Venda de Charutos: Cur...
A Vida é Curta Aproveite o seu Café Entre Repetências e Pela-Sacos: Meus Anos no Heitor Nasci em uma quarta-feira na antiga Maternidade São Paulo e vivi no Centro até os seis anos. Meus pais se separaram quando eu estava prestes a completar três. Pouco depois, minha mãe conheceu meu padrasto, que vivia desde a infância em Veleiros — um bairro de classe média à beira da Represa de Guarapiranga. Aos sete anos, mudamo-nos para a rua João Guilherme de Brito, 49. Para uma criança vinda da esquina da Avenida Ipiranga, Veleiros era o paraíso: eu podia andar de bicicleta e brincar na rua. Naqueles primeiros tempos, fiz amigos da minha idade: os irmãos Junior e Rodrigo, o André, o Peterson e o outro Rodrigo. Ingressei no Heitor de Andrade na 2ª série. Na 3ª, repeti pela primeira vez. Hoje entendo que aquela reprovação foi fruto do isolamento causado por uma briga com meus amigos. Tudo começou em uma casa abandonada, onde decidimos criar peixes em uma caixa d'água. Certo dia, o Rodrigo m...
entre peixes mortos e silencio sei que isso n é surpresa para ninguém, mas existem coisas em nós q devem permanecer ocultas fraquesas, mazelas e ódios isso e horrível mas sabe qnd as pessoas gritam uma com as outras ao dar algo errado? fazemos isso pq é confortavel saber q a dor do outro vc ja se sentiu um bmbeiro em um mundo q optou por um incendio perpetuo e acusam sem saber o q realmente aconteceu“Se isso é o melhor que a civilização pode fazer pela humanidade, então que nos deem a selvageria uivante e descarada. É muito melhor sermos um povo da natureza selvagem e do deserto, das cavernas e dos lugares abandonados, do que sermos um povo da máquina e do Abismo.”
Carolina Maria de Jesus: Para Além do Quarto de Despejo Carolina Maria de Jesus (Sacramento, 14 de março de 1914 — São Paulo, 13 de fevereiro de 1977) foi uma escritora, cantora, compositora e poetisa brasileira. Uma das primeiras escritoras negras do Brasil, Carolina é considerada uma das mais importantes escritoras do país, de tal modo que sua obra e vida permanecem objetos de diversos estudos, tanto no Brasil quanto no exterior. Carolina Maria de Jesus nasceu na cidade de Sacramento, em Minas Gerais, numa comunidade rural. A mãe de Carolina, Cândida Maria da Conceição, era uma lavadeira analfabeta, mas com uma personalidade forte que influenciou diretamente a filha. Cândida foi um exemplo de resistência: criando oito filhos sozinha, enfrentando o racismo e a pobreza extrema do pós-abolição. Carolina vivia com sua mãe, seus sete irmãos e seu avô, Benedicto José da Silva (conhecido como "Bandeira"), um ex-escravizado que contava histórias da África e da escravidão, o que ...