José Mojica Marins (São Paulo, 13 de março de 1936 – São Paulo, 19 de fevereiro de 2020) foi um cineasta, ator, apresentador e roteirista de cinema e televisão brasileiro. Considerado o "pai" do terror nacional, tendo sua obra grande importância para o gênero e influenciando várias gerações. Seu icônico personagem Zé do Caixão, interpretado pelo próprio Mojica, está presente em diversos de seus filmes e é responsável por torná-lo mundialmente conhecido. Embora seja associado principalmente ao seu trabalho no horror, rodou diversas produções cujos gêneros variam entre faroestes, dramas, aventura e até pornochanchada. Mojica desenvolveu um estilo próprio de filmar que, inicialmente desprezado por parte da crítica nacional, passou a ser reverenciado após seus filmes começarem a ser considerados cult no circuito internacional. Mojica é considerado um dos inspiradores do movimento marginal no Brasil e era reverenciado, enquanto cineasta, por pares como Luis Sergio Person, Glau...
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cigarros caruso Os cigarros Caruso fazem parte da história de uma das tabacarias mais tradicionais do Brasil, a Caruso, fundada em 1885 em São Paulo. História e Evolução da Marca Origem: A empresa começou com o bisavô do atual proprietário, André Caruso, um imigrante italiano que passou a enrolar cigarros manualmente no centro de São Paulo. Fábrica de Cigarros Caruso S.A.: Com o sucesso, a empresa expandiu e tornou-se a Fábrica de Cigarros Caruso S.A., produzindo marcas icônicas de cigarros como Globo, Quetal Extra, Dourado e Caruso Luxo. Transição para Charutos: Ao longo das décadas, o foco da marca migrou dos cigarros populares para o mercado de luxo de charutos e acessórios de tabacaria. YouTube YouTube +3 O Conceito Atual: Caruso Lounge Hoje, a marca é representada pelo Caruso Lounge, considerado a maior tabacaria da América Latina. Localizado no Itaim Bibi, em São Paulo, o espaço oferece uma experiência premium que inclui: Caruso Lounge Caruso Lounge +1 Venda de Charutos: Cur...
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A Vida é Curta Aproveite o seu Café Entre Repetências e Pela-Sacos: Meus Anos no Heitor Nasci em uma quarta-feira na antiga Maternidade São Paulo e vivi no Centro até os seis anos. Meus pais se separaram quando eu estava prestes a completar três. Pouco depois, minha mãe conheceu meu padrasto, que vivia desde a infância em Veleiros — um bairro de classe média à beira da Represa de Guarapiranga. Aos sete anos, mudamo-nos para a rua João Guilherme de Brito, 49. Para uma criança vinda da esquina da Avenida Ipiranga, Veleiros era o paraíso: eu podia andar de bicicleta e brincar na rua. Naqueles primeiros tempos, fiz amigos da minha idade: os irmãos Junior e Rodrigo, o André, o Peterson e o outro Rodrigo. Ingressei no Heitor de Andrade na 2ª série. Na 3ª, repeti pela primeira vez. Hoje entendo que aquela reprovação foi fruto do isolamento causado por uma briga com meus amigos. Tudo começou em uma casa abandonada, onde decidimos criar peixes em uma caixa d'água. Certo dia, o Rodrigo m...
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entre peixes mortos e silencio isso e horrível mas sabe qnd as pessoas gritam uma com as outras ao dar algo errado? fazemos isso pq é confortavel saber q a dor do outro vc ja se sentiu um bmbeiro em um mundo q optou por um incendio perpetuo e acusam sem saber o q realmente aconteceu“Se isso é o melhor que a civilização pode fazer pela humanidade, então que nos deem a selvageria uivante e descarada. É muito melhor sermos um povo da natureza selvagem e do deserto, das cavernas e dos lugares abandonados, do que sermos um povo da máquina e do Abismo.”
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Carolina de Jesus “A vida é igual um livro. Só depois de ter lido é que sabemos o que encerra. E nós quando estamos no fim da vida é que sabemos como a nossa vida decorreu. A minha, até aqui, tem sido preta. Preta é a minha pele. Preto é o lugar onde eu moro.” – Carolina Maria de Jesus, em “Quarto de Despejo”. São Paulo: Francisco Alves, 1960, p. 160. Carolina Maria de Jesus (Sacramento, 14 de março de 1914 — São Paulo, 13 de fevereiro de 1977) foi uma escritora brasileira, conhecida por seu livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada publicado em 1960. Carolina de Jesus foi a segunda escritora negra do "brasil" e é considerada uma das mais importantes escritoras do país. A primeira escritora negra do país foi Maria Firmina dos Reis nascida em 1825. Carolina de Jesus viveu boa parte de sua vida na favela do Canindé, na zona norte de São Paulo, sustentando a si mesma e seus três filhos como catadora de papéis. Em 1960, tem seu diário publicado sob o nome Quarto de...
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Mulheres policiais e Henriette Arendt As mulheres ocupavam cargos de Matrons (matronas), responsáveis pela revista e custódia de mulheres e crianças detidas, mas sem autoridade policial ostensiva nas ruas. Marie Connolly Owens é amplamente considerada a primeira mulher com posição de oficial de polícia nos Estados Unidos. Atuou no Departamento de Polícia de Chicago como detetive-sargento, com poder de prisão, focando na aplicação de leis de trabalho infantil e bem-estar. Já Lola Baldwin, em 1908, foi contratada pela cidade de Portland, Oregon, como "detetive feminina", sendo a primeira mulher com funções regulares de aplicação da lei. Alice Stebbins Wells, em 1910, foi a primeira mulher a ser nomeada oficialmente como "policial" (policewoman) no Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD). Ela foi pioneira ao carregar um distintivo oficial e ter plenos poderes de prisão garantidos por legislação municipal. No Brasil, em 1955, Hilda Macedo foi a primeira coma...
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O termo mobbing (do inglês to mob, que significa assediar, atacar em grupo ou maltratar) refere-se a uma forma de violência psicológica sistemática e prolongada no local de trabalho. No caso de Henriette Arendt, ela foi vítima de mobbing porque os seus colegas e superiores tentaram forçar a sua saída através de isolamento e críticas constantes à sua conduta ética. [1, 2] Características principais do Mobbing: Frequência e Duração: Não é um conflito isolado; as agressões ocorrem de forma repetitiva (geralmente pelo menos uma vez por semana) durante um período longo (seis meses ou mais). [3, 4] Ações Típicas: Incluem espalhar rumores falsos, excluir a pessoa de reuniões ou interações sociais, atribuir tarefas humilhantes ou impossíveis de realizar, e críticas injustificadas ao trabalho. [2, 5] Objetivo: Desgastar psicologicamente a vítima até que ela se sinta forçada a pedir a demissão ou acabe por ser despedida devido à queda de rendimento ou problemas de saúde. [1, 3] Diferença entre M...