Hannah Arendt — Infância, juventude e estudos
Hannah Arendt (nascida Johanna Arendt; Linden, 14 de outubro de 1906 — Nova Iorque, Estados Unidos, 4 de dezembro de 1975) foi uma filósofa política alemã de origem judaica, uma das mais influentes do século XX. Notabilizou-se por suas reflexões sobre o totalitarismo e pela criação do conceito de banalidade do mal.
Johanna Arendt nasceu em 1906 em Linden, parte atualmente de Hanôver, filha de pais judeus seculares — secularismo judaico é uma atitude na qual os judeus aceitam valores judaicos específicos, mas rejeitam o judaísmo como religião. As pessoas associadas ao secularismo judaico descrevem-se, portanto, como não religiosas, mas identificam-se como judias étnica, cultural ou politicamente. Seus ancestrais vieram de Königsberg, na Prússia, para onde seu pai, Paul Arendt (1873–1913), gravemente doente, e sua mãe, Martha, nascida Cohn (1874–1948), retornaram quando ela tinha apenas três anos. Após a morte prematura de seu pai, ela foi criada em um ambiente liberal por sua mãe social-democrata. Nos círculos intelectuais de Königsberg, a educação feminina era algo natural. Através de seus avós (um deles era o comerciante e político local Max Arendt), ela teve contato com o judaísmo reformista liberal. Ela não pertencia a nenhuma comunidade religiosa, mas sempre se considerou judia.
O Judaísmo Liberal enfatiza a importância dos aspectos éticos em detrimento dos cerimoniais e a crença em uma revelação contínua intimamente ligada à razão e ao intelecto humanos, em vez de se concentrar exclusivamente na teofania do Monte Sinai — teofania traduz-se literalmente "como aparição de um deus."
ionista.
Aos quatorze anos, já havia lido a Crítica da razão pura de Kant[4][5] e a Psicologia das concepções do mundo de Jaspers. Aos 17 anos é obrigada a abandonar a escola por problemas disciplinares, indo então, sozinha, para Berlim, onde, sem haver concluído sua formação, teve aulas de teologia cristã e estudou pela primeira vez a obra de Søren Kierkegaard. De volta a Königsberg em 1924, foi aprovada no exame de maturidade (Abitur).[6]
Vida acadêmica e atividade política
Christiane F. Vera Christiane Felscherinow, mais conhecida como Christiane F. (Hamburgo, 20 de maio de 1962), é uma escritora e blogueira alemã, que se tornou célebre por contribuir para o livro autobiográfico Wir Kinder vom Bahnhof Zoo, publicado e editado pela revista alemã Stern em 1978, que descreve sua luta contra o vício durante a adolescência. A Stern (em português: Estrela) é uma revista semanal de tendência liberal de esquerda, fundada em 1 de agosto de 1948, publicada em Hamburgo pela editora Gruner + Jahr, que pertence ao grupo de mídia Bertelsmann. A Stern trata de questões políticas e sociais, fornece jornalismo utilitário e histórias clássicas, galerias de fotos e mostra retratos de celebridades. Tradicionalmente, a revista dá mais ênfase à fotografia do que outras revistas de notícias em geral. Excepcionalmente para uma revista popular na Alemanha Ocidental do pós-guerra, a Stern investigou a origem e a natureza das tragédias precedentes da história alemã. Em 1983...
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