Doutora, sempre fui considerada uma pessoa “difícil”, mas o que eu buscava inicialmente era apenas um medicamento que ajudasse a controlar o apetite.
Atualmente tomo:
Duloxetina 60 mg
Quetiapina 25 mg
Divalproato de sódio 250 mg
Durante muito tempo tomei esses medicamentos sem questionar. Recentemente conversei com meu filho e pesquisamos para que servia cada um deles. Fiquei bastante assustada ao ler indicações relacionadas a transtorno bipolar e esquizofrenia e também ao descobrir que alguns desses medicamentos podem aumentar o apetite.
Talvez eu tenha TDAH ou dislexia; por isso preferi escrever tudo para não me esquecer de comentar na consulta.
Estou há alguns dias sem tomar os medicamentos. Até o momento não percebi grandes diferenças, exceto que tenho ficado mais sensível e com mais vontade de chorar.
Gostaria de conversar com a senhora para entender melhor por que esses medicamentos foram prescritos, quais eram os objetivos do tratamento, se existe alguma alternativa que não favoreça o aumento do apetite e se devo continuar tomando esses medicamentos.
Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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