Flamengo x Grêmio
Flamengo e Grêmio fazem um grande clássico interestadual do futebol brasileiro. As equipes disputaram duas finais nacionais, com um título pra cada, e várias partidas de mata-mata em competições nacionais e internacionais.
O primeiro jogo entre entre os dois clubes aconteceu em 9 de setembro de 1937, no Estádio da Baixada, em Porto Alegre, e terminou empatado em 1 a 1.
Inaugurado em 14 de agosto de 1904, o Estádio da Baixada, popularmente conhecido como Fortim da Baixada, foi um estádio de futebol, da cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Pertencia ao Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense e foi o primeiro estádio do clube.
Flamengo e Grêmio possuem diversos confrontos importantes ao longo dos anos. A primeira final entres as duas equipes se deu na decisão do Campeonato Brasileiro de 1982, onde, após um empate no Maracanã e outro empate no Estádio Olímpico, foi realizada uma nova partida desempate, com o Flamengo sagrando-se campeão com uma vitória por 1 a 0 em Porto Alegre.
Os dois times voltaram a se enfrentaram, desta vez no triangular semifinal da Copa Libertadores da América de 1984 - na época, a competição era disputada por 20 times divididos em cinco grupos de quatro equipes cada, que jogam entre si em turno e returno.
Se classificavam apenas os campeões de cada chave. Na Segunda fase, os clubes estão separados em duas chaves de três clubes, mais o campeão da Libertadores de 1983, o Grêmio, que jogaram em turno e returno, dentro das chaves. Os vencedores de cada grupo iam a final.
Gremio e Flamengo caíram no Grupo B, junto dos venezulanos Universidad de Los Andes - a ULA FC teve alguns problemas financeiros durante o ano de 2022, dos quais não se deram muitos detalhes, mas que a obrigaram a desaparecer no ano de 2023, atualmente este clube já não existe, não sendo expectável o seu regresso.
Enquanto no jogo de Porto Alegre o Grêmio goleou por 5 a 1, o Flamengo fez 3 a 1 nos gremistas no Rio de Janeiro, e ambos venceram seus respectivos jogos contra a Universidad de Los Andes.
Assim, ao final, Flamengo e Grêmio estavam empatados em pontos, obrigando a disputar um jogo de desempate, que foi realizado em São Paulo. O Grêmio dependia de um empate para avançar para a final e a partida terminou pelo placar de 0 a 0. Os gaúchos acabariam perdendo a final, para o maior campeão da Libertadores o Independiente, que conquistaria seu 7° e último título.
O Grêmio voltaria a eliminar o Flamengo nas três semifinais da Copa do Brasil seguintes: em 1989, o Grêmio goleou os flamenguistas pelo placar de 6 a 1 na partida de volta no Estádio Olímpico após um empate por 2 a 2 no Maracanã. Já em 1993, o jogo de ida no Maracanã teve vitória do Flamengo por 4 a 3, enquanto o jogo de volta em Porto Alegre terminou com vitória do Grêmio por 1 a 0. Já em 1995, vitória gremista por 1 a 0 em Porto Alegre, na ida, e rubro-negra no Rio de Janeiro por 2 a 1, na volta. Tanto em 1993 quanto em 1995, o Grêmio se classificou por ter marcado mais gols como visitante.
Na Copa do Brasil de 1997, os times se encontraram mais uma vez, mas agora na final - a segunda final entre cariocas e gaúchos -a primeira foi em 1992, entre Internacional e Fluminense, e foi vencida pelo Internacional.
A primeira partida no Estádio Olímpico terminou empatada por 0 a 0. Na segunda partida, disputada no Maracanã, um novo empate, desta vez por 2 a 2. Por marcar dois gols fora de casa, a equipe gremista conquistou o título pela terceira vez.
Dois anos depois, em 1999, na mesma Copa do Brasil, as duas equipes voltaram se enfrentar. Desta vez a classificação foi rubro-negra após a vitória do Flamengo por 2 a 1 no primeiro jogo no Estádio Olímpico e um empate de 2 a 2 no Maracanã, sendo o primeiro triunfo flamenguista contra o tricolor gaúcho em mata-mata da Copa do Brasil, quebrando uma sequência de eliminações para o Grêmio na competição que vinha desde os anos 1980.
Em 2001, os times se enfrentaram na extinta Copa Mercosul, valendo a classificação para a final do torneio. Depois de dois empates - 2 a 2 no Maracanã e 0 a 0 no Olímpico - a vaga foi decidida nos pênaltis, com classificação do Flamengo por 4 a 2.
Em 2004, as equipes se enfrentaram em mais um mata-mata na Copa do Brasil. A classificação rubro-negra para a fase seguinte veio após vitória por 1 a 0 em Porto Alegre e um empate sem gols no Maracanã.
Em 2018, após 14 anos do último encontro em mata-mata, os times disputaram a classificação para a próxima fase da Copa do Brasil mais uma vez, com nova vitória e classificação do Flamengo no Maracanã por 1 a 0, após um empate por 1 a 1 na Arena do Grêmio.
Assim como em 1984, na Copa Libertadores de 2019 os dois times chegaram a fase semifinal.
O Grêmio tinha chegado a terceira semifinal consecutiva da Libertadores, tendo sido o campeão em 2017. Já o Flamengo não chegava as semis desde 1984, quando o próprio Grêmio tinha eliminado os rubro-negros.
No primeiro jogo, na Arena do Grêmio, um empate em 1 a 1 deixou a decisão para o jogo no Maracanã, onde o Flamengo aplicou um sonoro 5 a 0 nos gremistas, passando a final pela primeira vez desde 1981.
A classificação rubro-negra marcaria a quinta eliminação seguida do Grêmio contra o Flamengo em competições de mata-mata, tendo o ultimo triunfo gremista sido na final da Copa do Brasil em 1997.
Em 2021, as equipes voltaram a se enfrentar em mais um mata-mata válido pelas quartas de final na Copa do Brasil, no jogo do Maracanã, o rubro-negro venceu por 2 a 0, na volta em plena Arena do Grêmio, vitória flamenguista por 4 a 0.
Alex
Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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