Pão de queijo
A origem do pão de queijo é um mistério nas páginas da história da culinária brasileira. O pão de queijo, assim denominado, surgiu em Minas Gerais por volta do ano de 1750. Nesta época a agropecuária do estado começou a se especializar na produção de leite e de seus derivados.
Por sua distância geográfica da costa, o estado de Minas Gerais consumia pouca farinha, mas tinha ampla produção de mandioca, raiz nativa do continente e matéria-prima do polvilho. Os primeiros pães de queijo eram obtidos misturando-se aparas endurecidas (ou a "grosa") das rodelas de queijo com o polvilho.
Ovos e leite, itens também abundantes na região, foram posteriormente acrescentados para incrementar textura e sabor.
Apesar de ser denominado como "pão", o pão de queijo consiste basicamente em um tipo de biscoito de polvilho azedo ou doce acrescido de ovos, sal, óleo vegetal e queijo, de consistência macia e elástica, existindo pequenas variações.
Há várias receitas diferentes, onde os ingredientes e o tipo do queijo variam muito - bem como o resultado final. Algumas usam polvilho doce, outras o azedo, ou mesmo ambos. Mas o que dá a sua principal característica é o fato de ser feito à base de polvilho de mandioca e algum tipo de queijo.
O tipo de queijo varia de acordo com a preferência ou disponibilidade, dando prioridade aos de sabor mais forte, como os curados. Os mais utilizados são o canastra, a mussarela, o parmesão e o minas frescal. Algumas receitas usam batata.
Em outros países
O Paraguai, o Uruguai e a Argentina possuem uma iguaria que lembra a receita mineira, conhecida como chipa.
Embora a Chipa e o Pão de Queijo compartilhem alguns ingredientes em comum, diferenças no preparo resultam em sabores distintos para cada um desses quitutes.
Enquanto a Chipa apresenta uma textura densa, com uma crosta crocante e um sabor levemente salgado, o Pão de Queijo é conhecido por sua textura elástica e macia, com um sabor suave destacando o queijo utilizado.
Na Colômbia, um produto muito similar ao pão de queijo, exceto pelo formato mais achatado, é o pandebono.
Assim como o pão de queijo, o pandebono possui textura esponjosa, de baixa densidade, e que endurece em pouco tempo, características que se atribuem ao polvilho azedo, conhecido no país como almidón de yuca fermentado e que é obtido em um processo idêntico ao empregado no Brasil.
No Equador, existe o pan de yuca, que se assemelha ao pão de queijo brasileiro, na textura, formato e sabor. Já na Bolívia se consome o cuñapé.
Em meados de 2023, foi eleito uma das melhores comidas do mundo por um site estrangeiro de gastronomia, ficando em terceiro na categoria café da manhã.
Alex
Christiane F. Vera Christiane Felscherinow, mais conhecida como Christiane F. (Hamburgo, 20 de maio de 1962), é uma escritora e blogueira alemã, que se tornou célebre por contribuir para o livro autobiográfico Wir Kinder vom Bahnhof Zoo, publicado e editado pela revista alemã Stern em 1978, que descreve sua luta contra o vício durante a adolescência. A Stern (em português: Estrela) é uma revista semanal de tendência liberal de esquerda, fundada em 1 de agosto de 1948, publicada em Hamburgo pela editora Gruner + Jahr, que pertence ao grupo de mídia Bertelsmann. A Stern trata de questões políticas e sociais, fornece jornalismo utilitário e histórias clássicas, galerias de fotos e mostra retratos de celebridades. Tradicionalmente, a revista dá mais ênfase à fotografia do que outras revistas de notícias em geral. Excepcionalmente para uma revista popular na Alemanha Ocidental do pós-guerra, a Stern investigou a origem e a natureza das tragédias precedentes da história alemã. Em 1983...
Comentários
Postar um comentário