Sorvete napolitano
Enquanto a minha vida se tornava cada dia mais selvagem, a ponto de perceber que gosto mais de sorvete napolitano que a maioria da vida humana
Sei que ninguém acorda, e pensa: Que dia maravilho para me viciar em crack ou me suicidar,
mas aprendi a não me estressar, tenho problema de intestino preso se'u passo nervoso no mínimo é uns 4 dias sem conseguir cagar,
e ninguém vale minha tranquilidade de cagar
O mundo está cheio de pessoas mesquinhas que nadam em sua própria ignorância,
pessoas que querem refeições completas em 5 minutos e reclamam se essa refeição tiver gosto de merda, essas mesmas pessoas que sonham com casas que não podem pagar, com carros que envenenam o ar e com roupas de grife feitas por crianças que passam fome num país sub-desenvolvido, sonham como ricos e vivem como pobres
Porra, você só enxerga com a sua alma imunda! Somente você sabe os segredos pervertidos que se escondem na sua alma
Caçando borboletas num lixão, eu era um drogado em tempo integral
Um homem mecânico, somos nossos próprios deuses perversos
infligindo morte lenta
Gosto de gente que beira o Suicídio,
se você alguma vez mergulhou num mar de desespero dentro de si vai entender
"O mundo é um celular transmitindo X Vídeos de dentro da cadeia"
Sempre haverá dentro de mim uma parte má e suja,
mas eu gosto disso,
o mundo tem me desapontado, e creio que esse é o destino de todos nós
A verdadeira questão não é se existe vida após a morte, é se você se sente vivo antes da morte
Torna-se cada dia mais difícil não considerar o mundo um enorme saco de lixo se rasgando
quando no fechar dos olhos o tempo vira um carrossel sem dono e a foice da morte sempre bate na madrugada fria em que os mortos perdem seus ossos,
mas quem se importa?
Sou'm trágico desperdício de carne.
Alex
Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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