Uma vez eu e mais dois amigos tínhamos saído da escola, eu e o Hunther sempre fazíamos companhia ao Doidão no ponto de ônibus, uma noite o busão tava demorando. Eu falei: Seu ônibus foi atacado outra vez por dinossauros, o Hunther emendou ele mora tão longe que a não chegou a civilização ataques de dinossauro é o menor dos ricos... Notei uma mina rachando o bico e comecei a falar que uma vez tinha presenciado as pessoas de lá atirando num helicóptero com zarabatanas e mais uma pá de absurdo... A mina não aguentou, pediu licença e perguntou onde o Doidão morava.
Ele disse até triste: "Eu moro no Orion, perto do Sesc Interlagos, e te juro, eles inventaram tudo isso. Lá não é tão atrasado assim." A mina falou, rindo: "Eu moro lá também."
Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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