Os Esqueletos no Armário do Homem de Macarrão
Eu não sei se você "tá ligado", mas a vida é composta de pequenas mortes, portanto não deveríamos perguntar se existe vida após morte, e sim se existe vida antes da morte.
Visto isto, às vezes é praticamente impossível não odiar quem não me deixou morrer,
impossível não lamentar ter sido trazido de volta à vida e à miséria.
Um dia a humanidade se tornará somente um vestígio de um passado obsoleto! Viver parece ser um viajante perdido numa floresta fugindo de uma fera implacável... a morte!
Estou convencido do inconveniente de ter nascido, "há um tipo de tristeza que vem de saber demais, de ver o mundo como ele realmente é. É a tristeza de entender que a vida não é uma grande aventura, mas uma série de pequenos momentos insignificantes, que o amor não é um conto de fadas, mas uma emoção frágil e passageira, que a felicidade não é um estado permanente, mas um vislumbre raro e fugaz de algo que nunca poderemos segurar em cima. E nesse entendimento, há uma profunda solidão, um sentimento de ser separado do mundo, das outras pessoas, de si."
Por isso, é melhor crer em fantasmas ou em discos voadores,
mas o mundo é tão indizivelmente chato
por isso, nós criamos ídolos,
Imagens a serem cultuadas
e no final do dia, ninguém quer viver a sua própria vida
e isso é uma puta prisão mental fodida
onde confundir viver a vida com sobreviver aos dias, preenchendo o vazio sem fundo, afogando-se em toxinas e venenos, torna-se tão inevitável quando contrair gonorreia em clube de swing.
Eu feri quem amava para fazê-los sentir um pouco da dor diária que eu sentia. Para quebrar a geleira de solidão que sentia ao meu redor.
Quem não enlouquece nos nossos dias?
Eu mesmo não enlouqueço porque considero esse mundo
uma comédia
para os que sentem
uma tragédia
para os que pensam
Oprimidos pelo vazio, nossas vidas passam como uma conversa fiada. O prazer é sempre o devorador de si próprio, pois, diferente da dor, ele usa máscaras.
Tem uma pedra acima da minha cabeça.
Mentiras, loucura, gente falsa e falsos ídolos. Se existe alguém normal por aí, eu não conheço e, definitivamente, não sou eu!
Alex
Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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