Assombrações de verdade não comem brócolis?
A maioria das pessoas que conheci queria uma refeição completa em 5 minutos e reclamava se essa refeição tivesse gosto de merda.
Nas ondas ferventes de desespero vazio, imaginei as calamidades mais atrozes.
Sabe, o mundo não é moldado por forças metafisicas.
Não é o bondoso Deus que mata as crianças, não é o acaso que as trucida, nem é o destino que as dá de comer aos cães.
Somos nós… só nós.
Mas,
não é isso que realmente me deprime.
Não,
minha tristeza é inexplicável e isto me entristece mais ainda.
Minha vida parece feita para se perder e o futuro me parece um terreno baldio pavoroso, um sonho febril contado por um imbecil.
Hoje, na minha porta, havia uma borboleta morta e ela tinha uma asa a menos.
Então, passei a refletir sobre o fim daquele ser.
Eu bebo o pesadelo da luz como um vinho deslumbrante.
Eu vivi sempre com a consciência da impossibilidade de viver.
Sinto que carrego um fardo que alimenta a minha loucura.
Sinto a Morte amanhecendo.
Quem você é ou o que faz, tudo não passará de vento até você parar de jogar nos outros, dores e frustrações que são só suas.
Eu muitas vezes gostaria de ser um poeta e escrever sobre a Morte da forma serena que fazem os poetas.
E gostaria de responder se assombrações de verdade comem brócolis.
Alex
Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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