Joseph Priestley
Joseph Priestley (Birstall, 13 de março de 1733 – Northumberland, 6 de fevereiro de 1804) foi um químico, teológo unitarista*, filósofo natural, gramático, educador multidisciplanar e teórico político liberal clássico britânico. Ele publicou mais de 150 obras e conduziu experimentos em diversas áreas da ciência.
* O unitarismo é um movimento no cristianismo, que afirma a natureza unitária de Deus como o criador singular e único do universo. A teologia unitária critica a teologia cristã tradicional da Trindade, que considerava Deus como três seres distintos, mas unificados: o Deus Criador transcendente, o Deus Salvador humano (isto é, Jesus Cristo) e o Deus Espiritual imanente (isto é, o Espírito Santo).
A ele normalmente é creditada a descoberta do oxigênio, apesar de Carl Wilhelm Scheele e Antoine Lavoisier também a reivindicarem, por ter Priestley escondido a descoberta do novo gás.
Joseph Priestley nasceu em Birstall, no West Riding of Yorkshire, no seio de uma família de dissidentes ingleses — cristãos que não se submetiam à autoridade da Igreja Anglicana. Primogênito de seis irmãos, era filho de Mary Swift e Jonas Priestley, um tecelão e finalista de tecidos. Devido às dificuldades financeiras da família, Priestley foi enviado para morar com o avô com um ano. Após a morte de sua mãe, cinco anos depois, retornou brevemente à casa paterna, mas, com o novo casamento de seu pai em 1741, passou a ser criado por seus tios, Sarah e John Keighley, um casal abastado e sem filhos. Desde cedo, Priestley demonstrou uma precocidade intelectual notável: aos quatro anos, já recitava com perfeição todas as questões do Breve Catecismo de Westminster. Diante de tamanha aptidão, sua tia investiu em sua educação formal, visando prepará-lo para o ministério religioso. Em escolas locais, ele desenvolveu uma base sólida em línguas clássicas, dominando o grego, o latim e o hebraico.
Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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