curiosidades
A obra de Heródoto, As Histórias, é um verdadeiro catálogo de curiosidades que misturam observação real com lendas fantásticas. Algumas das mais famosas e bizarras incluem:
Formigas Gigantes "Mineradoras": Heródoto relatou que no deserto da Índia existiam formigas maiores que raposas (mas menores que cães) que desenterravam pó de ouro ao cavar seus formigueiros. Cientistas modernos teorizam que ele pode ter confundido o termo local para marmotas do Himalaia, que de fato espalham poeira de ouro ao cavar.
A Fênix e o Ovo de Mirra: Ele descreveu a ave fênix como um pássaro sagrado que visitava o Egito a cada 500 anos para enterrar o pai em um ovo feito de mirra. Embora admitisse nunca ter visto uma pessoalmente (apenas em pinturas), ele registrou o relato dos sacerdotes de Heliópolis.
Costumes Macabros dos Citas: Ele descreveu os citas, nômades da estepe, como guerreiros que usavam a pele de inimigos derrotados para fazer capas e coberturas de aljava. Curiosamente, análises arqueológicas recentes confirmaram a existência de artefatos de couro feitos de pele humana na região da Ucrânia.
O Rei que se Escondeu: Contou a história de Candaules, rei da Lídia, que obrigou seu guarda-costas, Giges, a ver sua esposa nua em segredo para provar que ela era a mulher mais bonita do mundo. A rainha descobriu e deu a Giges uma escolha: matar o rei e assumir o trono ou ser executado.
Animais Exóticos: Heródoto descreveu o hipopótamo como tendo a crina e a cauda de um cavalo, e dentes de javali — uma descrição visualmente bem distante da realidade, provavelmente baseada em relatos de terceiros.
Barcos de Junco no Nilo: Ele detalhou a construção de barcos egípcios chamados baris. Por séculos, sua descrição foi considerada imprecisa até que, em 2019, o naufrágio de um barco exatamente como o descrito foi encontrado submerso na cidade de Thonis-Heracleion.
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Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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