Carolina: De catadora de papel a best-seller internacional. ✍🏾
Carolina Maria de Jesus (1914–1977) não foi apenas uma escritora; foi um terremoto na literatura brasileira. Publicado em 1960, "Quarto de Despejo" subverteu a lógica da época. De catadora de papel a best-seller internacional, Carolina escreveu de dentro da favela, com uma voz que oscilava entre o popular e o literário, chocando a crítica pela sua autenticidade. Ela provou que a periferia não é apenas cenário, mas fonte de uma potência criativa inigualável. O jornalista Audálio Dantas ajudou a abrir as portas, mas foi a voz dela que atravessou fronteiras. Hoje, seu legado de resistência confirma: o que antes era visto como "despejo" é, na verdade, a fundação de uma nova literatura brasileira.
Você já leu "Quarto de Despejo" ou ele está na sua lista de leituras?
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Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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