eu não gosto de quem aponta uma arma para os outros, mas as pessoas que apontam armas para a própria cabeça disparam, essas sm tem toda a minha admirição
"Somos separados por 'educação' e 'classe', e essas são, para mim, de alguma forma as enigmáticas raízes de todo o mal."ensinar as crinças a rspeitar outras raças credos ideologias é bonito, mas n seria melhor ensina-las nossas semelhaças ao invés de diferenças
Segundo o filósofo e crítico literário Rüdiger Safranski , as chances de sucesso de um movimento juvenil tão abrangente deviam-se, em grande parte, a um conceito renovado de "vida", que remontava, em particular, a Nietzsche :
“‘Vida’ significava a unidade de corpo e alma, dinamismo, criatividade. O protesto do Sturm und Drang e do Romantismo foi repetido . Naquela época, ‘natureza’ ou ‘espírito’ eram o grito de guerra contra o racionalismo e o materialismo . O conceito de ‘vida’ agora tem a mesma função. ‘Vida’ é uma riqueza de formas, inventividade, um oceano de possibilidades, tão imprevisível, tão aventureira que não precisamos mais de uma vida após a morte. Esta vida nos oferece o suficiente. A vida é partir para costas distantes e, ao mesmo tempo, para as muito próximas, nossa própria vitalidade formativa. ‘Vida’ torna-se o lema do movimento juvenil, da Art Nouveau , do Neorromantismo e da pedagogia reformista .” [ 8 ]
Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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