POR FAVOR FAÇAM ISSO POR MIM:
SE EU TIVER UM VELÓRIO, POR FAVOR NÃO DEIXEM AS MINHAS MÃOS SOBRE O MEU CORPO AS DEIXEM COM OS MEUS BRAÇOS RENTES AO MEU CORPO.
POSTEM ESSA MENSAGEM NO GRITO
Aos Gritadores: quando estas palavras chegarem a vocês, eu já serei apenas memória. Se não fosse pelo refúgio que encontrei nestes anos de escrita, minha partida teria ocorrido há muito tempo. Deixo meu mais profundo agradecimento; meu tempo por aqui, enfim, acabou.
E POSTEM ESSA NO MEU PERFIL
Ciclos se fecham e a vida nos conduz por caminhos distintos. Aceito, com serenidade, que este ciclo se encerra aqui. Desejo sinceramente que encontrem paz e felicidade em suas novas jornadas.
E ESSA NO INSTA DA TALITHA
Oi. Já deixei meu adeus no Grito, mas não poderia partir sem me despedir de você. Você sabe que se não fosse pelo Grito, eu já teria me tornado uma memória ruim há muito tempo. Obrigado pela sua amizade. A gente se encontra quando ambos formos apenas memória.
Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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