Ramones (álbum)
Os Ramones começaram a fazer shows em meados de 1974, com sua primeira apresentação no Performance Studios, em Nova York. No início de 1975, Lisa Robinson, editora da Hit Parader e da Rock Scene, viu os Ramones se apresentando no CBGB e, posteriormente, escreveu sobre a banda em várias edições das revistas. O vocalista, Joey Ramone, relatou que "Lisa veio nos ver, ficou impressionada. Ela disse que mudamos sua vida; ela começou a escrever sobre nós na Rock Scene, e então Lenny Kaye escreveu sobre nós e começamos a receber mais atenção da imprensa, como no The Village Voice. A notícia estava se espalhando e as pessoas começaram a aparecer." Em 19 de setembro de 1975, os Ramones gravaram uma demo no 914 Sound Studios, produzida por Marty Thau. Com as músicas "Judy Is a Punk" e "I Wanna Be Your Boyfriend", a banda utilizou a demo para mostrar seu som a gravadoras em potencial.
Convencida de que a banda precisava de um contrato de gravação, Robinson contatou Danny Fields, ex-empresário dos Stooges, e argumentou que ele precisava empresariar a banda. Fields concordou porque a banda "tinha tudo o que eu sempre gostei" e tornou-se o empresário em novembro de 1975. Fields trouxe Craig Leon para produzir a banda.
Uma curiosidade: desde 1988, Craig Leon mudou radicalmente de foco, dedicando-se à música clássica, onde trabalhou com ícones como Luciano Pavarotti.
Leon persuadiu o presidente da Sire, Seymour Stein, a contratar a banda. Ramones, o álbum de estreia da banda, é um marco do punk rock. Lançado em 23 de abril de 1976 pela Sire Records.
As gravações começaram em janeiro de 1976 e foram impressionantemente rápidas: levaram apenas sete dias e custaram US$ 36.800 (aproximadamente R$ 182.000) — um orçamento considerado baixíssimo para os padrões da indústria fonográfica.
A icônica capa, de Roberta Bayley, foi tirada em um jardim comunitário chamado Albert's Garden, no East Village, um lugar que os fãs visitam até hoje para recriar a pose.
A gravadora pagou apenas US$ 720 (R$ 3.560). Apesar do baixo custo, a imagem se tornou uma das artes de capa mais imitadas da história. A contracapa apresenta as notas do encarte e a famosa fivela de cinto com a águia, que seria o símbolo da banda.
Alex
Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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