Museu de Ennigaldi-Nanna
O museu de Enigaldi-Nana é o mais antigo museu conhecido no mundo. Data de cerca de 530 a.C. Sua curadora foi a princesa Enigaldi-Nana, filha de Nabonido, último rei do Império Neobabilônico. O museu estava localizado no estado de Ur, na atual província de Dicar, no Iraque, cerca de 150 metros a sudeste do Zigurate de Ur.
O Zigurate de Ur é uma das estruturas mais emblemáticas da antiga Mesopotâmia, representando o auge da engenharia e religiosidade suméria. Construído por volta de 2100 a.C. era um templo dedicado ao deus da lua, Nanna (ou Sin), o padroeiro da cidade-estado de Ur. Funcionava como centro de culto, administração política e observação astronômica.
História
Os terrenos do palácio que incluíam o museu ficavam no antigo edifício conhecido como E-Gig-Par, que incluía os aposentos de Ennigaldi bem como edifícios subsidiários.
O pai de Ennigaldi, o rei Nabonidus, um antiquário e restaurador de antiguidades, é conhecido como o primeiro arqueólogo sério. Ele a ensinou a apreciar artefatos antigos e a influenciou a criar seu museu.
Os artefatos vieram das regiões do sul da Mesopotâmia. Muitos foram originalmente escavados por Nabonido e datavam do século XX a.C. Alguns artefatos haviam sido coletados anteriormente por Nabucodonosor. Acredita-se que alguns tenham sido escavados pela própria Ennigaldi.
Ennigaldi usou as peças do museu para explicar a história da região e interpretar aspectos materiais da herança de sua dinastia.
Descoberta
O museu foi descoberto em 1925, quando o arqueólogo Leonard Woolley escavou partes do complexo do palácio e do templo em Ur. Ele encontrou dezenas de artefatos, cuidadosamente dispostos lado a lado, cujas idades variavam em séculos. Ele determinou que eram peças de museu, porque estavam acompanhadas de " etiquetas de museu "; tambores de barro escritos em três línguas diferentes, incluindo sumério.
Ruínas do museu.
Alex
Febrônio Índio do Brasil Febrônio Índio do Brasil (Jequitinhonha, 14 de janeiro de 1895 — Rio de Janeiro, 27 de agosto de 1984) foi um assassino em série brasileiro, sendo o primeiro criminoso a ser julgado como louco no país. Nascido na cidade de São Miguel de Jequitinhonha, atual Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. Era o segundo de catorze filhos do casal Theodoro Simões de Oliveira e Reginalda Ferreira de Mattos. Seu provável nome verdadeiro era Febrônio Ferreira de Mattos, mas ganhou fama como Febrônio Índio do Brasil, o Filho da Luz, pois assim se apresentava aos policiais, jornalistas, autoridades judiciárias e psiquiatras forenses. Seu pai, Thedorão, como era mais conhecido, trabalhava como lavrador, mas exercera durante algum tempo o ofício de açougueiro. Era alcoólatra e, com muita frequência, agredia violentamente sua esposa. Várias vezes, Febrônio presenciou os espancamentos de sua mãe. Thedorão era também violento com os filhos. Em 1907, aos 12 anos, Febrônio fugiu d...
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